O poder da convivência

Será que fica muito mau se eu disser que adoro ficar sozinha? Só eu e eu na minha santa paz, na serenidade. Sem minha irmã para me ench...


Será que fica muito mau se eu disser que adoro ficar sozinha? Só eu e eu na minha santa paz, na serenidade. Sem minha irmã para me encher o saco, sem meu pai para reclamar dos latidos do cachorro do vizinho e sem minha mãe pra dizer que as vasilhas nunca ficam do jeito que ela guarda. 
Não, não é que eu não goste na companhia deles. Mas vocês entendem, família é família - hahaha. 
Outro mas é que nada é mais gostoso que sua própria companhia. É aquele tempo que você tira pra pensar, pra fazer o que gosta, pra comer qualquer porcaria sem ouvir um “Assim você vai engordar”.
É nos momentos que estamos sós que podemos realmente refletir o que queremos ser e o que não.
Não vou dizer que a minha família é do tipo que senta para almoçar juntos e termina a noite rindo de um filme. Pelo contrário. Acho que são muitas as famílias que também não são assim. E isso faz a gente pensar muito no futuro e na nossa própria família - se você quiser ter.
E se não quiser, nas relações com os mais próximos.
E aqui fica minha pergunta: O que você vivencia e vê rotineiramente em casa que gostaria de levar pra sua vida? Ou que já vivenciou antigamente.
Nem sempre aqueles que nos são próximos e querem nosso bem nos dão os melhores exemplos de como ser um ser. E aí cabe à você, à mim e a todos nós, com a maturidade que adquirimos em todos os dias, “selecionar” o que vai nessa nossa mala da vida.
Com o tempo, a gente descobre o que vai ser útil ou não.
Não tenho certeza do que quero, mas tenho certeza de como não quero.

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